Quando sacrificamos animais, não é o ódio que nos move;
Quando somos ingratos com alguém que nos serviu e nos foi útil, não é o ódio que nos move;
Quando somos infiéis, não é o ódio que nos move;
Quando um homem estupra uma mulher indefesa, não é ó ódio que o move;
Quando um homem mantém relações sexuais com uma criança, não é o ódio que o move;
Quando um juiz condena alguém para fazer estatística, não é o ódio que o move;
Quando um policial assiste passivo à execução de um criminoso indefeso, não é o ódio que o move;
Quando um empresário/fazendeiro mantém trabalhador em condição análoga à de escravo, não é o ódio que o move;

O contrário do amor não é o ódio, mas a (absoluta) indiferença para com o outro.